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No início do ano apresentei uma capa inovadora para smartphones, criada pela Oaxis, a qual incorporava tecnologia eInk e permitia saber se havia chamadas, mensagens ou outras notificações sem precisar de ligar constantemente o ecrã do telemóvel.

 

Agora a Oaxis surge com uma nova ideia: A InkCase Plus, um género de ecrã eInk que não só mostra as notificações do telemóvel como permite realizar várias outras tarefas.

 

  1. Atender chamadas.
  2. Ler e-books (obviamente que não iria faltar).
  3. Personalizar com fotografias.
  4. Mostar diversas informações que sejam úteis no momento, como um mapa, uma lista de tarefas, alarmes, bilhete de avião, etc.
  5. Seguir o progresso da nossa actividade física, por exemplo, quando vamos correr ou andar de bicicleta.
  6. Controlar a nossa playlist quando estamos a ouvir música.

 

Este aparelho pesa apenas 45g, tem 5mm de espessura e um ecrã de 3,5'' com resolução de 200ppi. Desta forma, pode ser adaptado ao nosso smartphone através de uma capa, a FitCase. Conseguimos assim proteger o ecrã do nosso telemóvel e também a bateria, que dura consideravelmente mais.

 

InkCase Plus

 

A InkCase Plus comunica com o telemóvel através de Bluetooth e já tem algumas aplicações dedicadas, criadas pela empresa. Mais aplicações podem ser desenvolvidas por outros programadores, permitindo mais utilizações para este pequeno aparelho.

 

Neste momento a empresa está a angariar fundos, através da Kickstarter, para desenvolver o aparelho. Apenas é compatível com o sistema operativo da Google, funcionando com qualquer aparelho Android. Por outro lado, apenas o Samsung Galaxy S5 e o Note 3 suportam a utilização da FitCase. No entanto, dependendo da procura, mais telemóveis se tornarão compatíveis. Neste momento, o HTC M7, M8, o Samsung Galaxy S4, o Note 2 e o LG Nexus 5, já têm votos suficientes para que seja criada uma FitCase própria.

 

Quanto à produção em massa da InkCase Plus, está previsto que ocorra em Setembro e, em Outubro serão entregues aos fundadores.

É um bom projecto e uma boa oportunidade.

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publicado às 19:10

Para quem se lembra, em Setembro do ano passado surgiu um projecto que atraiu multidões: o Phonebloks. Este projecto tem como objectivo criar um telemóvel/smartphone modular, isto é, cujas diferentes partes (câmara, processador, ecrã, colunas, etc.) possam ser compradas individualmente e substituídas. Assim, não será necessário comprar um novo telemóvel quando quisermos ter tecnologia mais recente, bastará comprar uma câmara melhor, se estivermos numa de fotografia. Por outro lado, se temos mais interesse em alta fidelidade, podemos dispensar totalmente a câmara e ficamos com espaço livre para colocar boas colunas de som.

Phonebloks 

Tudo isto evolui muito rápido. Em Outubro do ano passado, já tinham milhares de fãs e apoiantes e em Novembro já tinham conversado com vários fabricantes de smartphones e empresas, conseguindo arranjar parceiros. A Motorola foi uma delas. A empresa pertencente à Google, mostrou interesse em colaborar com a Phonebloks no desenvolvimento do Projecto Ara, que é basicamente a mesma coisa, um telemóvel baseado em módulos.

Começou-se, assim a desenvolver um protótipo.

Através de vários posts no seu blog, a equipa do Phonebloks foi conversando com a sua comunidade de apoiantes, pedindo ideias e opiniões e dando conta das novidades.

 

Eu só soube deste projecto hoje mesmo, mas pelos vistos isto já conta com uns 4 meses de evolução! E parece que vai mesmo para a frente, a Google não brinca em serviço!

 

Segundo o que li e percebi, há um kit (o Module Developers Kit, MDKque será a base do smartphone. Este pode vir a ser alterado pelos criadores ou por enventuais "contribuidores", que tenham boas ideias. O MDK está disponível no site do projecto e consiste em desenhos, especificações técnicas e eventual software que inclua a base (o "endoesqueleto", como a empresa lhe chama) do telemóvel. Os módulos serã desenvolvidos e adquiridos à parte. Em princípio, estes serão produzidos por outras empresas, especializadas nas várias áreas.

Projecto Ara

Os primeiros modelos base poderão chegar às bancas já no início do próximo ano. Estes serã à volta de $50 e terão só os módulos indispensáveis, podendo depois ser melhorados com a inclusão de mais/outros módulos. Além disso, poderá ser possível uma personalização estética, utilizando impressão 3D dos vários módulos.

 

Tudo isto promete! Vou estar atento. Para já fiquem com vídeo (longo) com uma conferência que revela o protótipo.

 

Fonte 1 | Fonte 2 | Fonte 3

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publicado às 18:37

Nem sei se deva chamar e-reader ao Digital Paper da Sony (DPT-S1). Tem 13.3'' e, por enquanto, só lê PDFs. Ou seja, não lê outros formatos de ebooks.

 

DPT-S1

 

O e-reader tradicional tem 6'', ecrã feito com papel electrónico, bateria longa e lê vários formatos de livro digital (os ebooks). Este da Sony tem mais do quádruplo da dimensão e não lê mais do que PDFs. Continua a ter tecnologia de papel electrónico, bateria longa e tudo isso. Mas é muito mais dedicado a documentos e livros técnicos, de estudo. Um e-reader tradicional foi desenhado para imitar a leitura de um livro "convencional", romances, policiais, ficção, etc.

Para mim, e-readers de grande dimensão encaixam numa categoria à parte e deveriam ter um nome mais específico, porque não são propriamente feitos para ler um livro tranquilamente num jardim, na praia, no sofá. O Sony DPT-S1 continua a ser leve o suficiente para segurar apenas com uma mão, mas não dá para transportar numa mala pequena. Nem nunca pensaria em comprar um e-reader tão grande se só quisesse ler romances.

 

Ao falar do Digital Paper, que começou a aparecer em Maio do ano passado e que foi posto à venda em Dezembro no Japão, começamos a pensar se outras empresas não estarão a produzir aparelhos semelhantes. Especialmente depois das informações desanimadoras que a Sony revelou.

E a verdade é que há uma empresa que já apresentou um e-reader com dimensões iguais e outra que por enquanto anda só a pensar nisso.

 

As outras empresas que, tal como a Sony, estão a desenvolver e-readers de 13.3'' são a Onyx Boox e a PocketBook. A primeira é uma empresa Chinesa e a outra é Russa. Ambas trouxeram bons contributos para o mundo dos e-readers.

  • Da Onyx temos, por exemplo, o M92, um e-reader pioneiro, dos melhores para ler PDFs, porque tem 9.7'' e caneta digital.
  • Da PocketBook temos a CoverReader, uma capa de papel electrónico para o Galaxy S4, ou o Color Lux, o primeiro e-reader de 8'' com tecnologia Eink Triton (cores) e luz.

 

A PocketBook já apresentou o seu e-reader de 13.3'', chamado CAD reader e pensa pô-lo à venda em Agosto deste ano. Tal como o DPT-S1, também inclui caneta digitalizadora. É mais direccionado para arquitectos, mas corre Android completo, ou seja, podemos instalar aplicações que permitam lidar com PDF's e outros formatos de ebooks. Na parte dos contras temos o ecrã ainda em vidro, o que o torna bem mais pesado que o da Sony...

CAD reader

Até agora quem deu mais notícias foi, de facto, a Sony. Já fez um update ao firmware do DPT-S1, já deu conferências de imprensa e anda a tentar arranjar parceiros que comercializem o aparelho. Provavelmente em Maio vai colocá-lo à venda na América por $1100, o que equivale a €800.

 

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publicado às 13:26

YotaPhone: a segunda geração

por M, em 01.03.14

Olá!

Como disse, tenho muito para vos contar e entretanto vão surgindo sempre novidades. A última foi durante esta semana. É início do ano e as empresas já andam a mostrar muitos protótipos de produtos que vão lançar durante este ano. A YotaDevices é uma delas.

 

Já há uns meses falei do YotaPhone, um smartphone que incorpora tecnologia de papel electrónico em conjunto com LCD. Ou seja, um telemóvel dual-screen bastante promissor em termos de poupança de bateria e revolução na indústria dos telemóveis.

No Congresso das Tecnologias Móveis (tradução adaptada do inglês - Mobile World Congress, MWC) de 2014 foi apresentada a 2ª geração deste aparelho, bastante melhorada em termos de design, na minha opinião. Há também melhoramentos tanto no hardware como no software, acompanhando a evolução da tecnologia.

YotaPhone 2ª geração

O que mais gostei foi o aumento do ecrã de papel electrónico para a dimensão de 4,7'', com resolução de 960 x 450 px. Além disso tornaram-no completamente táctil (na 1ª geração era apenas uma faixa por baixo do ecrã). As funcionalidades estão aumentadas, já que podemos usar todo o ecrã para interagir, sendo agora possível atender chamadas, responder a mensagens, ler notícias no feed, etc., sem ter de mudar para o ecrã principal. Haverá também um power saving mode que permitirá usar apenas o papel electrónico, com o ecrã principal desligado. Isto é uma fantástica novidade e, como não me canso de dizer, vai, muito provavelmente, revolucionar a indústria dos telemóveis, porque a autonomia pode aumentar drasticamente. Em situações de pouca bateria, podemos mudar para o modo de papel electrónico e disparar a sua duração para talvez mais o dobro (se não fizermos chamadas, claro, porque aí não interessa que ecrã usamos). Basta só olhar para a autonomia dos e-readers para perceber o potencial que este telemóvel dual-screen tem.

 

Só para finalizar queria deixar-vos com mas algumas especificações do produto:

- Ecrã principal HD OLED 442 PPI de 5'' e resolução de 1920 x 1080 pixels;

- Processador Quad-core 2.3 GHz Qualcomm;

- Sistema operativo Android (não sei a versão, mas de certeza igual ou superior a 4.2)

- Camâra frontal de 2MP e traseira de 8MP;

- Conectividade: NFC, 4G LTE, WiFi, Bluetooth e GPS;

- Preço: Semelhante ao primeiro, ou seja, a rondar os €500.

 

A empresa pensa pô-lo no mercado ainda este ano, durante os últimos quatro meses do ano. O preço parece-me justo, é um telemóvel de bastante qualidade e talvez até de maior valor que os actuais topo de gama, porque oferece uma versatilidade nunca antes vista.

Vou a andar atento.

 

Por último deixo um hands-on com o YotaPhone 2 que não tem muita luz, mas dá para vê-lo a funcionar e mostra algumas funções.

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publicado às 23:56

Hoje trago-vos mais um belo sorteio!

O e-reader agora sorteado é o Kobo Mini, que também pode ser encontrado na Fnac. A Kobo é única marca de e-readers que podemos encontrar em lojas físicas cá em Portugal e este e-reader pequenino, com ecrã de 5'' polegadas, já esteve em exposição nessas lojas. Para quem não teve hipótese de experimentar e analisar, está aqui a página oficial com os detalhes.

Kobo Mini

Este e-reader é mesmo pensado para quem está sempre em movimento, seja em viagens longas de comboio ou em passeatas tranquilas a pé. Já cheguei a ver uma pessoa no metro a ler com este Kobo Mini, enquanto ia caminhando para a estação. Ultra portátil e com todas as características necessárias para ler adequadamente um belo livro durante as viagens. Cabe na confortavelmente na palma da mão e também no bolso das calças.

 

Mas vamos ao que interessa. O que é preciso fazer afinal??

Basta gostares deste vídeo, subscreveres o canal do Youtube e comentares no mesmo vídeo, dizendo que fizeste estas duas coisas.

Simples, fácil e habitas-te a ganhar um dos 3 Kobo Mini que estão a sortear.

 

Boa sorte e não te esqueças de partilhar esta informação com os teus amigos usando o link abaixo ;)

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publicado às 12:10


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